Viver esta é a razão - Alegria é a força para viver e a alegria do Senhor é a nossa força. Duas razões para viver: amar a Deus e ao próximo. Deus é fiel!
quinta-feira, 4 de junho de 2020
Uma grande virtude – Saber ser grato a Deus
Texto: Lucas 17:11-19
Proposição: Crentes leais devem ser gratos a Deus em tudo
Objetivo: Levar os ouvintes a também a serem gratos a Deus.
Introdução: O texto que acabamos de ler, narrado por Lucas, ele nos conta à história de 10 pessoas leprosas, que foram agraciadas por Cristo com a cura de sua doença (lepra). Nesta época, não era de cura fácil e as pessoas que a contraiam, teriam que viver fora do lugarejo onde residiam (eram isoladas). Eram consideradas imundas /impuro.
Sent. Int.: O que quero extrair deste texto?
Algo que também pode ser despertado em nós?
Sent. Trans.: Algumas atitudes que também deveríamos tomar:
Estes 10 leprosos eram pessoas assim como nós – Sujeitos as alegrias e também às decepções da vida.
1ª Atitude:
I – Sair ao Encontro de Cristo. V. 11-14.
“Saíram-lhe ao encontro...”
a) Foram de encontro de Cristo – (Não ficarão parados - Correram atrás de soluções para seus problemas)
V. 13 - (Eles já tinham ouvido falar de Jesus e de seus feitos, milagres).
b) Pediram compaixão “compadece-te de nós” ( Tinham lepra em seus corpos). Vs.13
c) Eram religiosos. V.14 - (Ide mostrai-vos aos Sacerdotes) - Era o que determinava a LEI. Lev. 14:1-32
2ª Atitude
II – Agradecer pela Cura (benção). V. 15, 16.
Quantos foram ao encontro de Jesus em busca da cura? - 10 pessoas
Quantos voltaram para agradecer a bênção que receberam? – Somente uma pessoa, ou seja, 10 %.
O que Cristo tem feito pela sua Igreja?
Quantos têm reconhecido e agradecido pelas bênçãos recebidas?
d) Só sabemos pedir e esquecemos de agradecer – Somos ingratos.
3ª Atitude
III – Ter a fé do estrangeiro. V. 17, 18.
De quem nós acharíamos que deveria primeiramente ser grato a Ele? – Não seriam todos?
Um samaritano inimigo dos judeus, somente ele ficou agradecido pela benção recebida.
Só o estrangeiro voltou para dar glórias a Deus.
HOJE – Olhamos para nossa igreja e ficamos julgando as pessoas.
Quantos têm recebido de Deus bênçãos e mais bênçãos e demonstram ingratidão – Receberam achando ser por seus próprios méritos.
Conclusão:
Somente um, ou seja dez por cento reconheceu que tudo vem de Deus.
Não queremos ser como os nove, mas como o estrangeiro. Agradecidos pelas bênçãos recebidas.
quarta-feira, 13 de maio de 2020
Mantendo a Confiança em Deus nos Tempos de Tribulação
I Pe. 4:19 c/ Sl.112:1-8a
Não seja contaminado pelo medo que tem rondado esses dias.
Palavras como estas: Coronavirus, Covid19, fechamento de comércio e indústrias, quarentena, falta de produtos nas prateleiras dos supermercados, insegurança, medo e etc...
Ganham manchetes, nas mídias, redes sociais, em todo mundo.
O que fazer com tudo que estamos vendo e ouvindo?
Algumas providências a serem tomadas:
I- Confiar que Deus está no controle de tudo. (Sl.112:1-2)
a. Crer na soberania de Deus, sobre tudo, inclusive nessa pandemia.
b. Ele é Senhor sobre o céu e a terra
c. Ele sabe tudo que estamos passando
d. Ele tem planos e propósitos para esse momento. (Dt. 32:39)
e- Deus tem o controle de tudo em suas mãos.
II- Oração confiante (Sl.112:4 c/ ITm.2:1-3)
a. Por nossas autoridades - Por sabedoria -
b. Pelos profissionais: Da saúde, segurança, cientistas, e todos trabalhadores do comércio e indústria.
c. Pelos nossos pastores , lideranças e por nós mesmos (a igreja)
III- Olhar para a graça de Deus.(Sl.112:7-8a)
a. Nossos ancestrais na fé, enfrentaram: Cativeiro, exílios, doenças e pestes, martírios e etc....
b. Diante de tudo isso, vimos a graça de Deus dispensada a eles, porque?
1- Não se atemorizavam de más notícias (Hb.11) Galeria da fé
2- Seus corações eram firmes e confiantes no Senhor.
3- Eram tementes a Deus / Firmes em seus propósitos
Conclusão:
a. Vamos confiar em Deus, sabendo que nada foge do seu controle
b. Vamos orar, vamos interceder por nossas autoridades civis e eclesiásticas
c. Vamos descansar na graça de Deus - Olhando firmemente para o Autor e consumador da fé
domingo, 3 de maio de 2020
𝐕𝐔𝐋𝐍𝐄𝐑𝐀𝐁𝐈𝐋𝐈𝐃𝐀𝐃𝐄 𝐈𝐍𝐃Í𝐆𝐄𝐍𝐀 𝐍𝐀 𝐏𝐀𝐍𝐃𝐄𝐌𝐈𝐀
𝐔𝐦 𝐚𝐩𝐞𝐥𝐨 𝐝𝐞 𝐦𝐢𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧á𝐫𝐢𝐨𝐬 𝐞𝐯𝐚𝐧𝐠é𝐥𝐢𝐜𝐨𝐬 à𝐬 𝐚𝐮𝐭𝐨𝐫𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞𝐬 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐞𝐭𝐞𝐧𝐭𝐞𝐬
A força missionária evangélica entre indígenas é antiga, em alguns casos com mais de 100 anos de atuação entre certas etnias, precedendo, assim, a própria FUNAI e a atual Constituição Federal. É também ampla e diversificada, desenvolvendo diferentes ações, desde as propriamente religiosas, como evangelização e tradução da Bíblia, até ações humanitárias, como projetos sociais nas áreas de educação, saúde e desenvolvimento sustentável. No último levantamento, em 2010, foram contabiliza-dos 257 projetos sociais sendo desenvolvidos por missionários evangélicos e financiados por igrejas evangélicas.
Esta força missionária tem prolongada e pacífica convivência com os indígenas, aprendendo suas línguas, compreendendo suas culturas e desenvolvendo relacionamentos de amizade e confiança. Em função disso, missionários possuem um amplo conhecimento etnográfico, linguístico e logístico sobre esses povos, bem como legitimidade de atuação entre eles devido à anuência das comunidades, as quais detêm, do ponto de vista legal, as premissas de autonomia, protagonismo, direito de autodeterminação e poder para autorizar ou vetar a entrada de terceiros em suas terras.
Antecipando-se às autoridades, o DAI-AMTB (Departamento de Assuntos Indígenas da Associação de Missões Transculturais Brasileiras) emitiu um informe interno no dia 16 de março de 2020, orientando que os missionários filiados saíssem e não reingressassem em Terras Indígenas nesse momento, bem como, que adotassem cuidados especiais nos contatos com indígenas, mesmo em cidades. Como força apartidária, que preza pelo bem dos povos indígenas, o DAI vem a público fazer um apelo às autoridades competentes no intuito de contribuir com o enfrentamento desta pandemia. Antes, porém, algumas considerações gerais.
𝐑𝐞𝐚𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐬𝐨𝐜𝐢𝐨𝐜𝐮𝐥𝐭𝐮𝐫𝐚𝐥
Diversidade e transformação são palavras que resumem a realidade sociocultural dos indígenas brasileiros. Em 2012, segundo o IBGE, a população indígena totalizava 896.917 pessoas, formando, segundo dados do DAI-AMTB (2018), um lindo mosaico de diversidade étnica, com 344 povos; linguística, com 181 línguas, de diversos troncos e famílias; geográfica, com etnias espalhadas por todas as regiões do país; demográfica, variando entre povos com menos de 100 pessoas a outros com mais de 30 mil; cultural, com povos nômades, seminômades e sedentários, caçadores-coletores, pescadores e agricultores, povos de floresta e povos de rio, do cerrado e da caatinga, grupos aldeados e grupos urbanizados; e com diferentes níveis de contato com a sociedade externa, alguns isolados, outros de contato recente e ainda outros em contato permanente.
Algo comum entre quase todos é a transformação social, intensificada por sete processos principais: A cristianização, seja via catequese católica ou evangelização protestante, cujos agentes somos nós, missionários, não indígenas e indígenas, motivados pela fé e apoiados por igrejas. A escolarização, seja via estados ou municípios, cujos agentes são os educadores, motivados pelos direitos humanos e financiados pela própria União. A medicalização, atualmente via SESAI – Secretaria Especial de Saúde Indígena, cujos agentes são os profissionais da saúde, motivados por sua vocação ou carreira e financiados também pela União. A politização, seja via ONGs ou via instituições de Estado, cujos principais agentes são os ongueiros e pesquisadores, motivados pelas mais diversas razões e financia-dos pelo Estado ou instituições internacionais. A midiatização, através do rádio, televisão e internet, cujos agentes são os próprios indígenas, motivados pela busca por informação e entretenimento. E a urbanização, seja fixando-se em centros urbanos ou passando a transitar regularmente por estes.
Nenhum desses processos se dá por imposição, nem acontece contra a vontade do próprio indígena. Pelo contrário, há uma forte agencialidade destes e só por isso tais processos se desenvolvem e perduram, tomando diferentes formas e rumos.
𝐑𝐞𝐚𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐒𝐨𝐜𝐢𝐨𝐞𝐜𝐨𝐧ô𝐦𝐢𝐜𝐚
Apesar das costumeiras críticas à cristianização, o que mais acelera a transformação sociocultural é o sétimo processo: a monetarização. Esse não vem com a fé cristã, mas sim com a escola, que gera salários para professores, coordenadores e merendeiras indígenas. Com a saúde, que gera salário para os AIS – Agentes Indígenas de Saúde. Com os movimentos políticos, que levam o Bolsa Família para as mães, aposentadoria para os idosos e pensão por morte para as viúvas, além de financiamento de projetos diversos. Em alguns casos, também por outros caminhos questionáveis e polêmicos, carentes de normatização ou de fiscalização.
A monetarização leva a mídia para as aldeias e os indígenas para os centros urbanos. O dinheiro não pode ser recebido na maioria das aldeias e mesmo se fosse não teria em que ser utilizado. Não é incomum observar, em curto espaço de tempo, o remo sendo substituído por um pequeno motor de popa, o ralo manual de mandioca por um ralador motorizado, as histórias dos velhos pelos programas de televisão, a penumbra da noite por lâmpadas energizadas por um gerador e todos esses equipamentos, encontrados nas cidades, consomem combustível, que, novamente, só se encontra na cidade.
A dieta tradicional também começa a se mesclar com produtos industrializados e rapidamente é, parcial ou totalmente, substituída. O mesmo acontece com as bebidas tradicionais, apenas fermentadas, logo substituídas por bebidas alcoólicas destiladas. As roças diminuem drasticamente e, em diversos casos, logo acabam. Os impactos na saúde, cultura e sociedade são inevitáveis e se estabelece uma dependência dos centros urbanos.
Todos esses processos, transformações e anseios dos indígenas são legítimos, especialmente porque são direitos adquiridos e contam com a agencialidade dos mesmos. O detalhe é que nem sempre o Estado reflete sobre as implicações e pouco tem sido feito para amortizar os impactos negativos. Nesse cenário, ao contrário do que muitos apregoam, o evangelho tem sido o melhor instrumento de amortização dos efeitos nocivos.
𝐑𝐞𝐚𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐟𝐫𝐞𝐧𝐭𝐞 à 𝐩𝐚𝐧𝐝𝐞𝐦𝐢𝐚
Pesquisas apontam, e a própria SESAI reconhece, uma maior vulnerabilidade dos indígenas a doenças respiratórias, inclusive devido ao histórico de suscetibilidade a epidemias. Por exemplo, durante a epidemia do H1N1 em 2009, a taxa de mortalidade entre indígenas foi 4,5 vezes maior que na popula-ção geral do Brasil. Por isto faz sentido incluir os povos indígenas no grupo de risco da COVID-19.
O novo coronavírus se expandiu rapidamente pelo mundo, alcançando em um primeiro momento os grandes centros urbanos e agora chegou até pequenas e isoladas cidades interioranas do Amazonas, onde se concentra a grande maioria dos povos indígenas. É previsível que a próxima etapa será uma infecção em maior escala nas aldeias, onde o cenário sociocultural é extremamente propício para a difusão viral e extremamente precário para o tratamento.
As medidas planejadas pela SESAI em seu Informe Técnico nº 4/2020, de 30 de março, nos parecem acertadas e promissoras. Porém, sem celeridade na implementação de ações finalísticas e especialmente levando em consideração a dependência de muitas aldeias das cidades, podemos estar à beira de uma tragédia humanitária entre esses grupos minoritários e mais vulneráveis.
Entendemos que apenas medidas de isolamento e bloqueio não serão suficientes para amortizar a chegada da pandemia às aldeias e tememos que, devido aos cenários já apresentados, venha a acontecer um aumento exponencial dos casos de contágio em alguns municípios e Terras Indígenas, sendo difícil e demorada a identificação. Lembramos também que, em diversos ambientes de aldeamento, as remoções de pacientes, se em maior número, podem se tornar operações de alta complexidade.
Assim, apelamos às autoridades competentes nos seguintes termos:
1) Que se leve em consideração a maior vulnerabilidade dos povos indígenas, tratando-os, de fato, como grupo de risco.
2) Que se leve em consideração a já real relação de dependência de muitas aldeias com cidades próximas e o trânsito entre estas.
3) 4) Que todas as medidas e políticas públicas para o enfrentamento da pandemia junto aos povos indígenas sejam adotadas em diálogo com essas populações em suas próprias terras e municípios.
4) Que se providencie com celeridade estruturas de enfermaria em locais estratégicos das Terras Indígenas, munidas de oxigênio, testes em quantidade suficiente e demais insumos necessários.
5) Que atenção especial seja dada aos hospitais das pequenas cidades mais próximas das Terras Indígenas.
6) Que se viabilize meios de translado rápido dentro da realidade de cada região.
7) Que haja acompanhamento sistemático e continuado dos resultados para que o Estado possa identificar, de forma rápida e acurada, a situação de cada Terra Indígena e municí-pios, sendo assertivo na resposta a cada cenário que venha a se desenhar.
Por fim, nos colocamos à disposição para cooperar naquilo que for possível.
DAI–AMTB
Departamento de Assuntos Indígenas da Associação de Missões Transculturais Brasileiras Em 2 de maio de 2020
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sábado, 2 de maio de 2020
sábado, 25 de abril de 2020
O Cuidado do Bom Pastor
Texto: Salmo 23:1 c/ João 10:11
“O SENHOR é o meu pastor; nada me faltará” (Salmos 23:1)
“Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas” (João 10:11).
I - O bom Pastor cuida bem de suas ovelhas.
a. Não deixa que falte nada.
Ele provê: Pastos verdejantes. vs.2
Leva a águas tranquilas. vs 2
Nos sentimos bem e seguros com sua presença. vs.3
Não temeremos nada. vs.4a
Com sua vara nos corrige e com seu cajado nos consola. vs.4b
Nosso banquete é visto sempre por nossos inimigos. vs.5a (E ele faz tudo isso na presença dos nossos inimigos)
Unção e óleo, fala da alegria em servir ao Pastor de nossas almas.
O óleo é um símbolo do Espirito Santo.- Que o nosso Bom Pastor derrame sobre a sua cabeça o óleo, para que seu cálice transborde em bênçãos e vitorias, mesmo em meio à crise e o caos que vemos no mundo. Ungir, unção para serviço, não falta trabalho no Reino de Deus. vs.5b
Bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida. vs. 6a
Habitarei na Casa do Senhor para todo sempre. Aleluia. Vs.6b
II - Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas.
a. Jesus o nosso bom Pastor. Nos ama cuida, zela e supre todas as nossas necessidades.
b. Jesus dá a vida pela suas ovelhas. Jo. 3:16 Nos amou tanto que deu sua vida por nós.
c. Ele comprou sua igreja com seu sangue precioso.
d. O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir. Sabemos que está se referindo ao ladrão, mas podemos aplicar ao inimigo de nossas almas.
Conclusão: Aceite o convite, receba o Bom pastor que deus sua vida por nós e Ele cuidará suprindo toda nossa necessidade em Cristo Jesus que nos lavou com sua Palavra e nos redimiu dos nossos pecados com seu sangue que foi derramado na cruz do calvário.
“O SENHOR é o meu pastor; nada me faltará” (Salmos 23:1)
“Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas” (João 10:11).
I - O bom Pastor cuida bem de suas ovelhas.
a. Não deixa que falte nada.
Ele provê: Pastos verdejantes. vs.2
Leva a águas tranquilas. vs 2
Nos sentimos bem e seguros com sua presença. vs.3
Não temeremos nada. vs.4a
Com sua vara nos corrige e com seu cajado nos consola. vs.4b
Nosso banquete é visto sempre por nossos inimigos. vs.5a (E ele faz tudo isso na presença dos nossos inimigos)
Unção e óleo, fala da alegria em servir ao Pastor de nossas almas.
O óleo é um símbolo do Espirito Santo.- Que o nosso Bom Pastor derrame sobre a sua cabeça o óleo, para que seu cálice transborde em bênçãos e vitorias, mesmo em meio à crise e o caos que vemos no mundo. Ungir, unção para serviço, não falta trabalho no Reino de Deus. vs.5b
Bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida. vs. 6a
Habitarei na Casa do Senhor para todo sempre. Aleluia. Vs.6b
II - Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas.
a. Jesus o nosso bom Pastor. Nos ama cuida, zela e supre todas as nossas necessidades.
b. Jesus dá a vida pela suas ovelhas. Jo. 3:16 Nos amou tanto que deu sua vida por nós.
c. Ele comprou sua igreja com seu sangue precioso.
d. O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir. Sabemos que está se referindo ao ladrão, mas podemos aplicar ao inimigo de nossas almas.
Conclusão: Aceite o convite, receba o Bom pastor que deus sua vida por nós e Ele cuidará suprindo toda nossa necessidade em Cristo Jesus que nos lavou com sua Palavra e nos redimiu dos nossos pecados com seu sangue que foi derramado na cruz do calvário.
domingo, 29 de março de 2020
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