terça-feira, 1 de abril de 2014

Fazendo a diferença no mundo em que vivemos.

Mateus 5:13-16 Peródo Bíblico: Tempo de Jesus. Escrito Para a Igreja primitiva. Depois da destruição de Jerusalém, no ano 70 d.C., quando a Igreja experimentava um grande crescimento. Por quê? Os cristãos judeus queriam impor a Lei como a mediadora entre Deus e os homens e, os cristãos gentios, por sua vez, queriam viver sem nenhum tipo de lei, aproveitando-se da sua liberdade em Cristo Jesus para darem vazão às obras da carne. Para Quê? Para corrigir os erros de ambos os grupos e dar à Igreja uma base teológica consistente para um crescimento sadio. Assunto Principal: Devido à sua nova natureza, os cristãos afastam as trevas e conservam o padrão moral do ambiente onde estão. Afirmação Teológica: A presença de um único cristão verdadeiro é suficiente para afastar as trevas e conservar a moral do ambiente. Sent Int.: Como podemos corresponder a tão grande desafio? Sent. Trans.: Deixando que estas duas magníficas declarações de Jesus se tornem reais em nossas vidas: 1)O CRISTÃO VERDADEIRO É SAL (vs 13). “Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens.” O crente santificado deve possuir a realidade daquilo que professa. O sal é a influência silenciosa do cristão no seu ambiente. Em silêncio.... 1.1– O Sal tempera Os cristãos são o tempero de Deus para que o mundo veja aprecie o verdadeiro amor entre si – II Coríntios 2.14-15. “E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo, e por meio de nós manifesta em todo o lugar a fragrância do seu conhecimento. Porque para Deus somos o bom perfume de Cristo, nos que se salvam e nos que se perdem.” - para Deus somos o bom perfume de Cristo. Que somos um aroma agradável a Deus significa que Ele se deleita em nós e em nossas vidas. 1.2– O Sal alimenta O mundo tem fome de Deus. Disse Jesus: “Dai-lhes vós de comer!” – Mt 14.16. Fomos, somos alimentados para alimentarmos o mundo através de nossas vidas, testemunhando de Cristo. 1.3– O Sal conserva A simples presença de um verdadeiro cristão é suficiente para manter a moral no trabalho, na escola, em casa, etc. A presença da Igreja no mundo deve ter o mesmo efeito: evitar que os padrões morais se deteriorem. Duas preocupações que nós devemos ter: Equilíbrio e Purificação. a)Equilíbrio: Não salgar demais (tornarem-se intragáveis); b)Purificação: Não deixar perder o sabor o sal com certas mistura perder o seu sabor. Quando isto acontecia, o sal era jogado na entrada das casas, para ser pisado pelas pessoas (para evitar o barro em dias de chuva). Deixando de funcionar como deve, o cristianismo é pisado pelos homens (repare como a mídia pisa nos cristãos quando eles dão mau testemunho. Aplicação: Você deve ser sal onde quer que Deus o tenha colocado. Se nós fizermos diferença, haverá tempero, alimento e conservação. 2)O CRISTÃO VERDADEIRO É LUZ (vs 14-16). ” Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.’ Ao contrário do sal, que age no silêncio, a luz deve ser colocada em lugar mais alto. Mas, à semelhança do sal, deve ser útil: 2.1– A Luz afasta a escuridão (e, junto com ela, o medo) – João 1.5. “A Luz resplandece nas trevas e as trevas não prevalecem contra ela.” 2.2– A Luz orienta (especialmente os que ainda estão longe da luz) – Mateus 4.16 “O povo que jazia em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região e sombra da morte resplandeceu-lhes a luz.” 2.3– A Luz conforta – Salmo 34.5-6. “Contemplai-o e sereis iluminados, e o vosso rosto jamais sofrerá vexame. Clamou este aflito, e o SENHOR o ouviu e o livrou de todas as suas tribulações.” Ilustração: Conta-se que durante o almoço num clube, Sir Harry Lauder relatou o incidente seguinte, para ilustrar o poder da influência. "Certa noite, eu observava um velho acendedor de lampiões a gás, segurando uma tocha colocada em longa vara. Eu não podia ver o velho homem", disse Sir Harry, "estavam completamente tenebrosos os pés dos postes de luz; no entanto, eu sabia onde ele estava pela fileira de luzes que deixava atrás de si." Não importa muito se o mundo vê ou não o indivíduo como pessoa importante. Porém, é imprescindível que, ao passar ao longo dos caminhos da vida, geralmente escurecidos, cada um de nós seja uma tocha, a fim de transmitir um pouco do espírito iluminador de Cristo. Cristo não só afirma que é a luz do mundo, como também diz a seus discípulos: "Vós sois a luz do mundo". Sua ordem para nós é: "Assim brilhe também a vossa luz" (Mt 5.16). Duas preocupações devem ter os cristãos: Humildade e Retidão. a) Humildade: A luz principal é Cristo; os cristãos são luzeiros (Filipenses 2.15). Nossas obras devem brilhar diante dos homens, mas, em humildade. A luz do cristão permite que o mundo veja suas obras e glorifique a Deus. b) Perseverança: A luz está ligada à idéia de justiça, retidão. A base da ilustração da luz é o próprio Deus (I João 1.5). Somos luzeiros, isto é, refletimos o caráter de Deus sobre as pessoas ao nosso redor. Aplicação: Nós devemos refletir a luz de Deus sobre o mundo. Somente assim as pessoas irão encontrar o Salvador. CONCLUSÃO: Onda há um cristão verdadeiro, o padrão moral é conservado e as trevas são afugentadas. É preciso, tão-somente, deixar que a presença e a luz de Cristo flua em nós. Apelo Final: Clamemos hoje ao Senhor, por nós e por nosso país. Que a Igreja faça diferença afaste as trevas, abra o “apetite espiritual” das pessoas, conserve alto o padrão moral. Oremos pelo nosso país e pela Igreja Que privilégio e que responsabilidade Jesus nos confiou - ser sal da terra e ser luz do mundo! Talvez pensemos pouco importante "ser sal", mas, se o é hoje, muito mais o era nos tempos de Jesus, em que era preciso preservar e conservar os alimentos, e não havia as técnicas do século XXI. O sal, além de dar gosto aos alimentos, também impede a sua putrefação e corrupção. O sal é, pois, muito valioso, embora, como todas as coisas, seja necessário usá-lo com sabedoria e moderação. Não é quanto melhor, mas apenas o suficiente. Lembro-me de uma história que a minha santa mãe contava, à sua prole, nas noites de inverno, à doçura do calor da lareira. Dizia ela: "Era uma vez um rei que tinha três filhas. Para ouvir quanto elas o amavam, perguntou a cada uma: - Tu, minha herdeira e filha primogênita, gostas de mim, assim como?... Ela respondeu: - meu pai ,eu gosto de ti como da luz dos meus olhos, que iluminam e guiam!- E tu, minha segunda filha e consolação da minha vida?... Eu, gosto tanto de ti, meu pai, como gosto da luz do sol, que nos alumia e aquece diariamente!... - E tu, minha esperança e certeza de continuidade? perguntou à filha mais nova... Eu, meu pai e senhor, gosto tanto de ti como gosto do sabor do sal. O rei ficou desiludido com a resposta da sua terceira filha e começou a tratá-la com desdém e menos amor e até alguma rispidez. Um dia, a princesa mais nova ordenou aos cozinheiros que fizessem todos os manjares da mesa do rei sem qualquer sal. O rei zangou-se muito e mandou toda a comida para trás, dispondo-se a castigar os cozinheiros. Foi então que a princesa interveio e, assumindo a responsabilidade, disse: - Ah, meu senhor, pensei que não gostaríeis do sabor do sal... O monarca, sentindo como tinha sido injusto para com a sua filha, pois o sabor do sal é valioso, abraçou a menina, assumindo a sua injustiça para com ela". O sal é bom, é útil, dá sabor e é uma ilustração adequada do poder santificador de Deus, que deve manifestar-se nos Seus filhos. "Se o sal for insípido, para nada mais presta do que para ser lançado fora". Temos que ser o sal da terra, ter um bom testemunho, uma vida santa, temperada, de glória para Deus, para que, assim, possamos influenciar o mundo perdido. Lembremo-nos de Lot. Como perdeu seu poder de salgar e, quando quis advertir seus genros do mal que estavam a fazer, eles não lhe deram ouvidos (Gênesis 19:14). Lot foi sal que se tornou insípido, sem poder. Mantenhamos as nossas vidas santas, temperadas e de testemunho constante. (Extraído de sermões e il
ustrações)