sábado, 15 de dezembro de 2012

SACRIFÍCIOS



Os sacrifícios e as ofertas parece serem do tempo de Caim e Abel. Caim ofereceu ‘do fruto da terra’, Abel ‘trouxe das primícias do seu rebanho, e da gordura deste’ Gn 4.3,4). Aparecem os sacrifícios na idade patriarcal (Gn 15.9 a 11, 17 - 31.54 - 46.1) - e eram familiares aos israelitas no Egito (Êx 3.18). A lei estabeleceu, com certas particularidades, os sacrifícios e ofertas, que os judeus deviam efetuar. As coisas oferecidas eram tomadas tanto do reino vegetal, como do reino animal, sendo aquelas chamadas ofertas ‘sem sangue’, de uma palavra hebraica que significa ‘dons’ - e estas eram oferendas sanguinolentas, de uma palavra que significa ‘sacrifícios mortos’. Além das ofertas de vegetais e animais, usava-se também o sal mineral, que era emblema de pureza. Do reino vegetal empregavam-se certos alimentos, como farinha, trigo torrado, bolos e incenso, e as libações de vinhos nas ofertas de bebidas. Estes sacrifícios andavam geralmente unidos, e eram considerados como uma adição aos de ação de graças, que eram realizados com fogo (Lv 14.10 a 21 - Nm 15.5 a 11 - 28.7 a 15). os animais oferecidos eram bois, cabras e carneiros, devendo ser sem mancha, e não tendo menos de oito dias, nem acima de três anos. (Há uma exceção: Jz 6.26, ‘o boi de sete anos’). As pombas eram, também, oferecidas em alguns casos (Êx 22.20, e 12.5 - Lv 5.7 e 9.3,4). Nunca se ofereciam peixes, e os sacrifícios humanos eram expressamente proibidos (Lv 18.21 e 20.2). os sacrifícios eram somente oferecidos no pátio, que estava à entrada do tabernáculo, e mais tarde do templo (Lv 17.1 a 9, Dt 12.5 a 7). Havia, porém, de tempos a tempos, sacrifícios em outros lugares, sem censura (Jz 2.5 - 11.15 - 16.5 - 1 Rs 18.30). Ao mesmo tempo os israelitas mostravam uma disposição constante para sacrificar ‘nos lugares altos’, a que recorriam antes de existir um santuário permanente (1 Rs 3.2), e mais tarde por motivos de cisma (1 Rs 12.31 - 2 Cr 33.17). Para a realização do sacrifício, devia, por lei, purificar-se primeiramente o próprio oferente (Êx 19.14 - 1 Sm 16.5), e levar depois a vítima para o altar - voltado, então, para o santuário, punha a mão sobre a cabeça do animal, para assim se identificar a vitima e o pecador, e ser alcançada a expiação pelo sacrifício (Lv 1.4 - 3.2 - 4.33): depois descarregava o golpe, podendo, contudo, este ato ser praticado pelo sacerdote (2 Cr.29.23,24 - Ed 6.20). Morta a vítima, o sacerdote recebia o sangue, e espargia-o perto das ofertas, mas separado delas. o animal era cortado em pedaços pelo oferente (Lv 1.6), sendo a gordura queimada pelo sacerdote. Nalguns sacrifícios antes ou depois da morte do animal, era a vítima levantada, sendo-lhe dado movimento de vai-vem na direção do altar - e era este ato um símbolo da sua apresentação ao Senhor. Nos casos em que os adoradores comiam parte do sacrifício, dava isso uma idéia da sua comunhão com Deus. Estes sacrifícios eram em si mesmos muito imperfeitos, não podendo, de forma alguma, purificar a alma. S. Paulo descreveu estas e outras cerimônias da Lei como ‘rudimentos fracos e pobres’ (Gl 4.9). Representavam graça e pureza, mas não as comunicavam. Convenciam o pecador da necessidade de purificar-se e dar satisfação a Deus, mas não lhe conferiam santidade. A este fato não era insensível o judeu piedoso. isto o Salmista nos mostra nas suas palavras de profundo sentimento: ‘Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado - coração compungido e contrito não o desprezarás, ó Deus’ (Sl 51.17). Deus ensinou ao povo, por meio dos profetas, que não tendo o pecador santas disposições não podiam os seus sacrifícios agradar-lhe (Sl 40.6 - 51.16 - is 1.11 a 14 - Jr 35.15 - os 14.2 - J12.12,13 - Am 5.21,22). Todos os sacrifícios são símbolos do sacrifício de Cristo, sendo eles a sua instituída sombra (Hb 9.9 a 15 - 10.1). Cristo, oferecendo-Se a Si mesmo, aboliu todos os outros sacrifícios (1 Co 5.7 - Hb 10.8 a 10). A idéia do sacrifício é, muitas vezes, usada num sentido secundário e metafórico, aplicando-se às boas obras dos crentes, aos deveres de oração, aos louvores a Deus, etc. (Hb 13.16). ‘Não negligencieis igualmente a prática do bem e a mútua cooperação - pois com tais sacrifícios, Deus se compraz.’ ‘Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis os vossos corpos por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus’ (Rm 12.1). Não devia o adorador oferecer o que não lhe custava coisa alguma - parte dos seus bens ia ser transferida dele para Deus. A oferta podia ser certo tempo, facilidade, conforto, propriedade, inteligência - e estas coisas podiam ser consagradas ao Senhor. (*veja Altar, Sacrifícios pacíficos.)(Extraído)

sábado, 29 de setembro de 2012

O Caminho do sucesso.



Texto: Josué 1:1-9

Introdução: Resultado de ação ou empreendimento. O que tem bom resultado.
Ação: Ato ou efeito de agir. Capacidade para agir. = DINAMISMO
Ou seja, ora e aja, corre atrás, faz o trabalho.

Sent. Int.: Como temos desempenhado nossa função que o Senhor nos confiou?

Sent. Trans.: Observemos algumas maneiras que Deus usa com os seus servos:
 1ª – Deus nos chama para uma missão. (Josué)Vs.2
a.     Dispõe-te – Estar a disposição do Senhor para o trabalho.
b.     Liderar, cuidar de tudo e do povo de Deus - Ensinando, orientando e cuidando.

2º - Precisamos entender bem os propósitos de Deus. Vs. 1-7
·        Entender o que Deus quer que façamos – Ele vai realizar seus propósitos através de seus servos.
a.      Se colocar a disposição para o trabalho. Vs. 1-2
b.     Josué teve que levar o povo, que estava deixando o deserto para irem à terra prometida e teriam muito trabalho pela frente - Assim somos nós, temos a tarefa de ajudar, ensinar, conduzir aqueles que Deus tem confiado a nós a prepará-los para o encontro com o Senhor (até o arrebatamento da igreja). Vs. 3-5

3º - Precisamos crer que Deus está conosco. Vs. 5 c/ Mt.28:20
·         Ter esta confiança.
a.      Está conosco, não nos deixará nem nos desamparará.
b.     Estará conosco até a consumação dos séculos. 
 
4º - É necessário exercer obediência a ordem.. Vs. 7
a.     Ser forte e corajoso, o Senhor é conosco.
b.     Andar no caminho da verdade, obedecer somente.

5º É necessário amar a Deus e sua Palavra. Vs. 8
·        Quando amamos a Deus, vamos obedecê-lo.
a.     Fale deste livro da Lei – Ensina, prega a Palavra.
b.     Medita dia e noite – faça da Bíblia sua companheira.
c.      Pratique a Palavra, viva a Palavra.

Conclusão: Vs.9
            O Senhor nos diz:
a.      Sou eu quem ordena:
b.     Ser forte e corajoso,
c.      Não tenha medo e nem se apavore,
d.     Eu estou com você (conosco).

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Segurança somente em Deus

Deus é o nosso refúgio e a nossa fortaleza, auxílio sempre presente na adversidade. Salmos 46:1

Hoje é dia de buscar refúgio na Fortaleza, com certeza encontraremos socorro presente. Ele quer te dar a paz e a alegria nos momentos de lutas. "Deus é Fiel!

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Reflexão

‎"Assim também ocorre com a palavra que sai da minha boca: ela não voltará para mim vazia, mas fará o que desejo e atingirá o propósito para o qual a enviei". Is. 55:11
A Palavra de Deus é poderosa, segundo este versículo, ela vai mexer com as mentes e os corações daqueles que a receberem, e não volta para Ele sem uma solução. Se vai aceitar ou rejeitar. Então antes de qualquer decisão, reflita.

Púlpito Cristão

Púlpito Cristão:

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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Segurança

Ele o cobrirá com as suas penas, e sob as suas asas você encontrará refúgio; a fidelidade dele será o seu escudo protetor. Sl.91:2
* Esta é a verdadeira segurança, saber que estamos protegidos pelo SENHOR. Cobertos de proteção, amor, misericórdia, e etc... 
* Temos um lugar seguro, onde podemos nos refugiar, abrigar. Seu escudo nos livra dos dardos inflamados do maligno, das setas malignas, dos terrores noturno e tantos outros males. 
* Para quem não tem planos de saúde, sistemas de segurança, e muitos outros planos, este é o melhor e mais acessível, cobertura total. Não custa nada, é só aceitar o plano de salvação "JESUS CRISTO". Este é fiel e não vai te decepcionar.